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quarta-feira, 23 de setembro de 2009

O QUE É “MÉDICOS DA TERRA”???

Fase I – BRASIL – outubro/07 a abril/09, Brasil
É uma ONG criada por um casal de médicos que realiza ATENDIMENTOS MÉDICOS gratuitos e PALESTRAS a comunidades de difícil acesso nas cidades de mais baixo IDH (Índice de Desenvolvimento Humano)- segundo a ONU. Dra. DANIELLE BOUHID BERTOLINI, 34 anos, cirurgiã do aparelho digestivo. Dr. CARLOS ALBERTO MAKNAVICIUS, 39 anos, cardiologista, ex-policial militar (COE).

16/04/09 – Japorã – MS


Japorã é a cidade sul matogrossense de menor Índice de Desenvovimento Humano (IDH), segundo a ONU.

Possui 7.362 habitantes e é este ponto vermelho lá embaixo no mapa, quase divisa com o Paraguai.


Depois de 18 meses, esta era a última cidade beneficiada pelo Projeto, nesta Fase I – Brasil.

Os sentimentos se misturavam. No começo havia uma certa anestesia, parecia que nem mesmo nós estávamos tendo a real noção da dimensão do que estávamos vivendo: estávamos próximos da “faixa de chegada”!

A chegada foi cercada pela curiosidade habitual.

Fomos recebidos pelo Secretário Municipal de Educação, mas a Secretária de Saúde se recusou a nos receber, o que comprometeu os atendimentos que seriam realizados na área de mais difícil acesso da região, numa aldeia indígena.

Nesta altura do campeonato, a única coisa que não suportávamos era o descaso de certas autoridades. Aliás está foi a quinta (e última) vez que isto aconteceu.

Fomos até a Escola Estadual Japorã onde encontramos diretores e professores muito interessados em receber a palestra, e nos atenderam com respeito e atenção.
Muito obrigado!

E aqui nos despedimos da nossa “companheira solitária”, adquirida com a ingestão de carnes de porco e vaca mal cozidas.

E também é de mão em mão que muitas doenças são transmitidas.

Lembramos que o “Amarelão, pega no chão”.

E não havia como esquecer da ascendência indígena.

No final, uma salva de palmas calorosas e sorrisos sinceros nos deixaram emocionados!

Neste momento de encerramento, o maior sentimento era de VITÓRIA!

terça-feira, 22 de setembro de 2009

15/04/09 – Ortigueira – PR

Ortigueira é a cidade de mais baixo IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) do Paraná, segundo a ONU.

Possui 25.002 habitantes.

(Fonte: IBGE/2009)

O nome Ortigueira deriva-se da planta URTIGA, aquela que causa prurido, uma coceira danada! Seu solo podzólico é fértil para este tipo de planta.

O certo seria Urtigueira, mas mudaram para diferenciá-la de outro município.

Fomos para o Distrito de Briolândia, na zona rural, a aproximadamente 40km por estrada de chão.

Ensinamos sobre o SODIS (Sistema de Desinfecção Solar da Água), um método suíço, para se conseguir água potável.

A água suja deve ser exposta à luz solar por 6h, dentro de uma garrafa PET transparente.

A radiação solar e o aumento da temperatura são capazes de matar os micróbios.

É comprovado cientificamente.

Confira em www.sodis.ch

Éca! Quem não tem nojo de ver aquele monte de doenças e vermes que mostramos?

E para evitá-los é simples: beber água potável, lavar bem os alimentos e as mãos antes de comer e após usar o banheiro, etc…

Por motivos logísticos, nossa passagem pelo SUL teve que ser mais rápida, mas foi proveitosa.

Apesar do nome, não é a urtiga que eles oferecem aos visitantes, e sim o fruto da Araucaria angustifolia(pinheiro-do-paraná ou pinheiro brasileiro): a pinha!

As pinhas estouram ao sol espalhando os PINHÕES num raio de 50m!

O PINHÃO é a comida típica de Santa Catarina, servido assado, cozido, como farofa, aperitivo ou sobremesa.

Além de rico em proteínas, é uma delícia!

15/04/09 – Timbó Grande-SC

Timbó Grande é o município catarinense de mais baixo IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), com 7.315 habitantes.

(Fontes: ONU/2000 e IBGE/2009)

“Timbó” é o nome da árvore usada pelos índios,nas pescarias.

“Grande” para diferenciar de outra cidade com o mesmo nome.

Os primeiros habitantes do município foram os índios dos grupos Kaigangs (ou coroados) e os Xoklengs (bugres ou botocudos).

Hoje, já não existem mais índios, mas “tá na cara” que eles passaram por aqui!

A diretora e as professoras que nos receberam muito bem, rapidamente organizaram várias turmas para a palestra.

A preocupação em aprender como pequenos gestos podem evitar muitas doenças.

Lembramos que as UNHAS devem estar sempre curtas, pois debaixo delas se escondem muito micróbios!

“Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela, tampouco, a sociedade muda.” (Paulo Freire)

terça-feira, 14 de outubro de 2008

….14/04/09 – Benjamin Constant do Sul-RS

Do Mato Grosso viemos descendo, com mudanças pelo caminho devido alguns percalços, mas sem desistir!

No Sul, a cidade de mais baixo IDH é Benjamin Constant do Sul, com 2.727 habitantes.
(Fontes:ONU e Censo Demográfico do IBGE-2000).

A origem do nome Benjamin Constant do Sul, foi uma homenagem a Benjamim Botelho de Magalhães Constant, militar e político brasileiro. Ele participou na Guerra do Paraguai e foi um dos mais ilustres fundadores da república.

Tudo já nos impressionava, dos verdes campos à limpeza da cidade, que era uma simpatia.

Notamos nas crianças uma educação exemplar!

E, interessados, tinham sempre uma pergunta esperta!

É curiosa a diversidade das “cores” do nosso Brasil, de Norte a Sul (literalmente)!

Eis os PIAZITOS felizes, tchê!

E pra comemorar, um brinde com o tradicional Mate Amargo ou CHIMARRÃO!

Aprendemos o que é cuia (o copo), bomba (o canudo de metal), “ronco” da bomba (barulho no final da bebida) e como chimarrear com estilo.

Seguem os 10 MANDAMENTOS do CHIMARRÃO:

1-Não peças açúcar no mate;
2-Não digas que o chimarrão é anti-higiênico;
3-Não digas que o mate está quente demais;
4-Não deixes um mate pela metade;
5-Não te envergonhes do “ronco” no fim do mate;
6-Não mexas na bomba;
7-Não alteres a ordem de que o mate é servido;
8-Não condenes o dono da casa por tomar o primeiro mate;
9-Não durmas com a cuia na mão;
10-Não digas que o chimarrão dá câncer na garganta.

Leia mais e se divirta em www.chimarrao.com

07 e 08/10/08 – N. Sra. do Livramento e Poconé – MT

Chegamos a NOSSA SENHORA DO LIVRAMENTO.

Apesar de ser a cidade de mais baixo IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) do Mato Grosso, tinha uma praça muito bem cuidada!

Conseguimos uma parceria inédita com a Secretaria Municipal de Educação.

Agradecemos ao Sr. Eduardo!

Encontramos uma quantidade considerável de gado pelos pastos no caminho.

E um sotaque diferente nas crianças (pra eles, estranhos éramos nós!).

Este nosso Brasil é uma diversidade!

E, como sempre, todos nós nos divertimos bastante!

Logo ali ao lado fica POCONÉ, a quinta cidade de mais baixo IDH do Estado.

E quem nos deu o ar, ou melhor, as “asas da graça”?

O TUIUIU!!!

O símbolo do Pantanal!

Conhecemos a Rodovia Transpantaneira.

E vimos de perto que a placa não era um exagero:

os JACARÉS ficam mesmo ali, aos montes, à beira da estrada!

A famosa ONÇA PINTADA vimos só nesta foto no museu do SESC Pantanal.

Mas, durante uma cavalgada, vimos mesmo o VEADO!

E este pássaro com enormes asas cor de rosa:

o Colhereiro (Ajaia ajaja).

Para finalizar o dia:

uma visão do PARAÍSO!

À noite, um pouco de aventura na Pantanal Norte:

FOCAGEM DE JACARÉS!

De barco, saímos procurando jacarés nas encostas.

Com a luz da lanterna, os olhos deles brilham de longe com se fossem estrelas!

“Cada mergulho um flash!”

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

16/04/09 – Japorã – MS


Japorã é a cidade sul matogrossense de menor Índice de Desenvovimento Humano (IDH), segundo a ONU.

Possui 7.362 habitantes e é este ponto vermelho lá embaixo no mapa, quase divisa com o Paraguai.


Depois de 18 meses, esta era a última cidade beneficiada pelo Projeto, nesta Fase I – Brasil.

Os sentimentos se misturavam. No começo havia uma certa anestesia, parecia que nem mesmo nós estávamos tendo a real noção da dimensão do que estávamos vivendo: estávamos próximos da “faixa de chegada”!

A chegada foi cercada pela curiosidade habitual.

Fomos recebidos pelo Secretário Municipal de Educação, mas a Secretária de Saúde se recusou a nos receber, o que comprometeu os atendimentos que seriam realizados na área de mais difícil acesso da região, numa aldeia indígena.

Nesta altura do campeonato, a única coisa que não suportávamos era o descaso de certas autoridades. Aliás está foi a quinta (e última) vez que isto aconteceu.

Fomos até a Escola Estadual Japorã onde encontramos diretores e professores muito interessados em receber a palestra, e nos atenderam com respeito e atenção.
Muito obrigado!

E aqui nos despedimos da nossa “companheira solitária”, adquirida com a ingestão de carnes de porco e vaca mal cozidas.

E também é de mão em mão que muitas doenças são transmitidas.

Lembramos que o “Amarelão, pega no chão”.

E não havia como esquecer da ascendência indígena.

No final, uma salva de palmas calorosas e sorrisos sinceros nos deixaram emocionados!

Neste momento de encerramento, o maior sentimento era de VITÓRIA!

terça-feira, 22 de setembro de 2009

15/04/09 – Ortigueira – PR

Ortigueira é a cidade de mais baixo IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) do Paraná, segundo a ONU.

Possui 25.002 habitantes.

(Fonte: IBGE/2009)

O nome Ortigueira deriva-se da planta URTIGA, aquela que causa prurido, uma coceira danada! Seu solo podzólico é fértil para este tipo de planta.

O certo seria Urtigueira, mas mudaram para diferenciá-la de outro município.

Fomos para o Distrito de Briolândia, na zona rural, a aproximadamente 40km por estrada de chão.

Ensinamos sobre o SODIS (Sistema de Desinfecção Solar da Água), um método suíço, para se conseguir água potável.

A água suja deve ser exposta à luz solar por 6h, dentro de uma garrafa PET transparente.

A radiação solar e o aumento da temperatura são capazes de matar os micróbios.

É comprovado cientificamente.

Confira em www.sodis.ch

Éca! Quem não tem nojo de ver aquele monte de doenças e vermes que mostramos?

E para evitá-los é simples: beber água potável, lavar bem os alimentos e as mãos antes de comer e após usar o banheiro, etc…

Por motivos logísticos, nossa passagem pelo SUL teve que ser mais rápida, mas foi proveitosa.

Apesar do nome, não é a urtiga que eles oferecem aos visitantes, e sim o fruto da Araucaria angustifolia(pinheiro-do-paraná ou pinheiro brasileiro): a pinha!

As pinhas estouram ao sol espalhando os PINHÕES num raio de 50m!

O PINHÃO é a comida típica de Santa Catarina, servido assado, cozido, como farofa, aperitivo ou sobremesa.

Além de rico em proteínas, é uma delícia!

15/04/09 – Timbó Grande-SC

Timbó Grande é o município catarinense de mais baixo IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), com 7.315 habitantes.

(Fontes: ONU/2000 e IBGE/2009)

“Timbó” é o nome da árvore usada pelos índios,nas pescarias.

“Grande” para diferenciar de outra cidade com o mesmo nome.

Os primeiros habitantes do município foram os índios dos grupos Kaigangs (ou coroados) e os Xoklengs (bugres ou botocudos).

Hoje, já não existem mais índios, mas “tá na cara” que eles passaram por aqui!

A diretora e as professoras que nos receberam muito bem, rapidamente organizaram várias turmas para a palestra.

A preocupação em aprender como pequenos gestos podem evitar muitas doenças.

Lembramos que as UNHAS devem estar sempre curtas, pois debaixo delas se escondem muito micróbios!

“Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela, tampouco, a sociedade muda.” (Paulo Freire)

terça-feira, 14 de outubro de 2008

….14/04/09 – Benjamin Constant do Sul-RS

Do Mato Grosso viemos descendo, com mudanças pelo caminho devido alguns percalços, mas sem desistir!

No Sul, a cidade de mais baixo IDH é Benjamin Constant do Sul, com 2.727 habitantes.
(Fontes:ONU e Censo Demográfico do IBGE-2000).

A origem do nome Benjamin Constant do Sul, foi uma homenagem a Benjamim Botelho de Magalhães Constant, militar e político brasileiro. Ele participou na Guerra do Paraguai e foi um dos mais ilustres fundadores da república.

Tudo já nos impressionava, dos verdes campos à limpeza da cidade, que era uma simpatia.

Notamos nas crianças uma educação exemplar!

E, interessados, tinham sempre uma pergunta esperta!

É curiosa a diversidade das “cores” do nosso Brasil, de Norte a Sul (literalmente)!

Eis os PIAZITOS felizes, tchê!

E pra comemorar, um brinde com o tradicional Mate Amargo ou CHIMARRÃO!

Aprendemos o que é cuia (o copo), bomba (o canudo de metal), “ronco” da bomba (barulho no final da bebida) e como chimarrear com estilo.

Seguem os 10 MANDAMENTOS do CHIMARRÃO:

1-Não peças açúcar no mate;
2-Não digas que o chimarrão é anti-higiênico;
3-Não digas que o mate está quente demais;
4-Não deixes um mate pela metade;
5-Não te envergonhes do “ronco” no fim do mate;
6-Não mexas na bomba;
7-Não alteres a ordem de que o mate é servido;
8-Não condenes o dono da casa por tomar o primeiro mate;
9-Não durmas com a cuia na mão;
10-Não digas que o chimarrão dá câncer na garganta.

Leia mais e se divirta em www.chimarrao.com

07 e 08/10/08 – N. Sra. do Livramento e Poconé – MT

Chegamos a NOSSA SENHORA DO LIVRAMENTO.

Apesar de ser a cidade de mais baixo IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) do Mato Grosso, tinha uma praça muito bem cuidada!

Conseguimos uma parceria inédita com a Secretaria Municipal de Educação.

Agradecemos ao Sr. Eduardo!

Encontramos uma quantidade considerável de gado pelos pastos no caminho.

E um sotaque diferente nas crianças (pra eles, estranhos éramos nós!).

Este nosso Brasil é uma diversidade!

E, como sempre, todos nós nos divertimos bastante!

Logo ali ao lado fica POCONÉ, a quinta cidade de mais baixo IDH do Estado.

E quem nos deu o ar, ou melhor, as “asas da graça”?

O TUIUIU!!!

O símbolo do Pantanal!

Conhecemos a Rodovia Transpantaneira.

E vimos de perto que a placa não era um exagero:

os JACARÉS ficam mesmo ali, aos montes, à beira da estrada!

A famosa ONÇA PINTADA vimos só nesta foto no museu do SESC Pantanal.

Mas, durante uma cavalgada, vimos mesmo o VEADO!

E este pássaro com enormes asas cor de rosa:

o Colhereiro (Ajaia ajaja).

Para finalizar o dia:

uma visão do PARAÍSO!

À noite, um pouco de aventura na Pantanal Norte:

FOCAGEM DE JACARÉS!

De barco, saímos procurando jacarés nas encostas.

Com a luz da lanterna, os olhos deles brilham de longe com se fossem estrelas!

“Cada mergulho um flash!”

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

16/04/09 – Japorã – MS


Japorã é a cidade sul matogrossense de menor Índice de Desenvovimento Humano (IDH), segundo a ONU.

Possui 7.362 habitantes e é este ponto vermelho lá embaixo no mapa, quase divisa com o Paraguai.


Depois de 18 meses, esta era a última cidade beneficiada pelo Projeto, nesta Fase I – Brasil.

Os sentimentos se misturavam. No começo havia uma certa anestesia, parecia que nem mesmo nós estávamos tendo a real noção da dimensão do que estávamos vivendo: estávamos próximos da “faixa de chegada”!

A chegada foi cercada pela curiosidade habitual.

Fomos recebidos pelo Secretário Municipal de Educação, mas a Secretária de Saúde se recusou a nos receber, o que comprometeu os atendimentos que seriam realizados na área de mais difícil acesso da região, numa aldeia indígena.

Nesta altura do campeonato, a única coisa que não suportávamos era o descaso de certas autoridades. Aliás está foi a quinta (e última) vez que isto aconteceu.

Fomos até a Escola Estadual Japorã onde encontramos diretores e professores muito interessados em receber a palestra, e nos atenderam com respeito e atenção.
Muito obrigado!

E aqui nos despedimos da nossa “companheira solitária”, adquirida com a ingestão de carnes de porco e vaca mal cozidas.

E também é de mão em mão que muitas doenças são transmitidas.

Lembramos que o “Amarelão, pega no chão”.

E não havia como esquecer da ascendência indígena.

No final, uma salva de palmas calorosas e sorrisos sinceros nos deixaram emocionados!

Neste momento de encerramento, o maior sentimento era de VITÓRIA!

terça-feira, 22 de setembro de 2009

15/04/09 – Ortigueira – PR

Ortigueira é a cidade de mais baixo IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) do Paraná, segundo a ONU.

Possui 25.002 habitantes.

(Fonte: IBGE/2009)

O nome Ortigueira deriva-se da planta URTIGA, aquela que causa prurido, uma coceira danada! Seu solo podzólico é fértil para este tipo de planta.

O certo seria Urtigueira, mas mudaram para diferenciá-la de outro município.

Fomos para o Distrito de Briolândia, na zona rural, a aproximadamente 40km por estrada de chão.

Ensinamos sobre o SODIS (Sistema de Desinfecção Solar da Água), um método suíço, para se conseguir água potável.

A água suja deve ser exposta à luz solar por 6h, dentro de uma garrafa PET transparente.

A radiação solar e o aumento da temperatura são capazes de matar os micróbios.

É comprovado cientificamente.

Confira em www.sodis.ch

Éca! Quem não tem nojo de ver aquele monte de doenças e vermes que mostramos?

E para evitá-los é simples: beber água potável, lavar bem os alimentos e as mãos antes de comer e após usar o banheiro, etc…

Por motivos logísticos, nossa passagem pelo SUL teve que ser mais rápida, mas foi proveitosa.

Apesar do nome, não é a urtiga que eles oferecem aos visitantes, e sim o fruto da Araucaria angustifolia(pinheiro-do-paraná ou pinheiro brasileiro): a pinha!

As pinhas estouram ao sol espalhando os PINHÕES num raio de 50m!

O PINHÃO é a comida típica de Santa Catarina, servido assado, cozido, como farofa, aperitivo ou sobremesa.

Além de rico em proteínas, é uma delícia!

15/04/09 – Timbó Grande-SC

Timbó Grande é o município catarinense de mais baixo IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), com 7.315 habitantes.

(Fontes: ONU/2000 e IBGE/2009)

“Timbó” é o nome da árvore usada pelos índios,nas pescarias.

“Grande” para diferenciar de outra cidade com o mesmo nome.

Os primeiros habitantes do município foram os índios dos grupos Kaigangs (ou coroados) e os Xoklengs (bugres ou botocudos).

Hoje, já não existem mais índios, mas “tá na cara” que eles passaram por aqui!

A diretora e as professoras que nos receberam muito bem, rapidamente organizaram várias turmas para a palestra.

A preocupação em aprender como pequenos gestos podem evitar muitas doenças.

Lembramos que as UNHAS devem estar sempre curtas, pois debaixo delas se escondem muito micróbios!

“Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela, tampouco, a sociedade muda.” (Paulo Freire)

terça-feira, 14 de outubro de 2008

….14/04/09 – Benjamin Constant do Sul-RS

Do Mato Grosso viemos descendo, com mudanças pelo caminho devido alguns percalços, mas sem desistir!

No Sul, a cidade de mais baixo IDH é Benjamin Constant do Sul, com 2.727 habitantes.
(Fontes:ONU e Censo Demográfico do IBGE-2000).

A origem do nome Benjamin Constant do Sul, foi uma homenagem a Benjamim Botelho de Magalhães Constant, militar e político brasileiro. Ele participou na Guerra do Paraguai e foi um dos mais ilustres fundadores da república.

Tudo já nos impressionava, dos verdes campos à limpeza da cidade, que era uma simpatia.

Notamos nas crianças uma educação exemplar!

E, interessados, tinham sempre uma pergunta esperta!

É curiosa a diversidade das “cores” do nosso Brasil, de Norte a Sul (literalmente)!

Eis os PIAZITOS felizes, tchê!

E pra comemorar, um brinde com o tradicional Mate Amargo ou CHIMARRÃO!

Aprendemos o que é cuia (o copo), bomba (o canudo de metal), “ronco” da bomba (barulho no final da bebida) e como chimarrear com estilo.

Seguem os 10 MANDAMENTOS do CHIMARRÃO:

1-Não peças açúcar no mate;
2-Não digas que o chimarrão é anti-higiênico;
3-Não digas que o mate está quente demais;
4-Não deixes um mate pela metade;
5-Não te envergonhes do “ronco” no fim do mate;
6-Não mexas na bomba;
7-Não alteres a ordem de que o mate é servido;
8-Não condenes o dono da casa por tomar o primeiro mate;
9-Não durmas com a cuia na mão;
10-Não digas que o chimarrão dá câncer na garganta.

Leia mais e se divirta em www.chimarrao.com

07 e 08/10/08 – N. Sra. do Livramento e Poconé – MT

Chegamos a NOSSA SENHORA DO LIVRAMENTO.

Apesar de ser a cidade de mais baixo IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) do Mato Grosso, tinha uma praça muito bem cuidada!

Conseguimos uma parceria inédita com a Secretaria Municipal de Educação.

Agradecemos ao Sr. Eduardo!

Encontramos uma quantidade considerável de gado pelos pastos no caminho.

E um sotaque diferente nas crianças (pra eles, estranhos éramos nós!).

Este nosso Brasil é uma diversidade!

E, como sempre, todos nós nos divertimos bastante!

Logo ali ao lado fica POCONÉ, a quinta cidade de mais baixo IDH do Estado.

E quem nos deu o ar, ou melhor, as “asas da graça”?

O TUIUIU!!!

O símbolo do Pantanal!

Conhecemos a Rodovia Transpantaneira.

E vimos de perto que a placa não era um exagero:

os JACARÉS ficam mesmo ali, aos montes, à beira da estrada!

A famosa ONÇA PINTADA vimos só nesta foto no museu do SESC Pantanal.

Mas, durante uma cavalgada, vimos mesmo o VEADO!

E este pássaro com enormes asas cor de rosa:

o Colhereiro (Ajaia ajaja).

Para finalizar o dia:

uma visão do PARAÍSO!

À noite, um pouco de aventura na Pantanal Norte:

FOCAGEM DE JACARÉS!

De barco, saímos procurando jacarés nas encostas.

Com a luz da lanterna, os olhos deles brilham de longe com se fossem estrelas!

“Cada mergulho um flash!”

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

16/04/09 – Japorã – MS


Japorã é a cidade sul matogrossense de menor Índice de Desenvovimento Humano (IDH), segundo a ONU.

Possui 7.362 habitantes e é este ponto vermelho lá embaixo no mapa, quase divisa com o Paraguai.


Depois de 18 meses, esta era a última cidade beneficiada pelo Projeto, nesta Fase I – Brasil.

Os sentimentos se misturavam. No começo havia uma certa anestesia, parecia que nem mesmo nós estávamos tendo a real noção da dimensão do que estávamos vivendo: estávamos próximos da “faixa de chegada”!

A chegada foi cercada pela curiosidade habitual.

Fomos recebidos pelo Secretário Municipal de Educação, mas a Secretária de Saúde se recusou a nos receber, o que comprometeu os atendimentos que seriam realizados na área de mais difícil acesso da região, numa aldeia indígena.

Nesta altura do campeonato, a única coisa que não suportávamos era o descaso de certas autoridades. Aliás está foi a quinta (e última) vez que isto aconteceu.

Fomos até a Escola Estadual Japorã onde encontramos diretores e professores muito interessados em receber a palestra, e nos atenderam com respeito e atenção.
Muito obrigado!

E aqui nos despedimos da nossa “companheira solitária”, adquirida com a ingestão de carnes de porco e vaca mal cozidas.

E também é de mão em mão que muitas doenças são transmitidas.

Lembramos que o “Amarelão, pega no chão”.

E não havia como esquecer da ascendência indígena.

No final, uma salva de palmas calorosas e sorrisos sinceros nos deixaram emocionados!

Neste momento de encerramento, o maior sentimento era de VITÓRIA!

terça-feira, 22 de setembro de 2009

15/04/09 – Ortigueira – PR

Ortigueira é a cidade de mais baixo IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) do Paraná, segundo a ONU.

Possui 25.002 habitantes.

(Fonte: IBGE/2009)

O nome Ortigueira deriva-se da planta URTIGA, aquela que causa prurido, uma coceira danada! Seu solo podzólico é fértil para este tipo de planta.

O certo seria Urtigueira, mas mudaram para diferenciá-la de outro município.

Fomos para o Distrito de Briolândia, na zona rural, a aproximadamente 40km por estrada de chão.

Ensinamos sobre o SODIS (Sistema de Desinfecção Solar da Água), um método suíço, para se conseguir água potável.

A água suja deve ser exposta à luz solar por 6h, dentro de uma garrafa PET transparente.

A radiação solar e o aumento da temperatura são capazes de matar os micróbios.

É comprovado cientificamente.

Confira em www.sodis.ch

Éca! Quem não tem nojo de ver aquele monte de doenças e vermes que mostramos?

E para evitá-los é simples: beber água potável, lavar bem os alimentos e as mãos antes de comer e após usar o banheiro, etc…

Por motivos logísticos, nossa passagem pelo SUL teve que ser mais rápida, mas foi proveitosa.

Apesar do nome, não é a urtiga que eles oferecem aos visitantes, e sim o fruto da Araucaria angustifolia(pinheiro-do-paraná ou pinheiro brasileiro): a pinha!

As pinhas estouram ao sol espalhando os PINHÕES num raio de 50m!

O PINHÃO é a comida típica de Santa Catarina, servido assado, cozido, como farofa, aperitivo ou sobremesa.

Além de rico em proteínas, é uma delícia!

15/04/09 – Timbó Grande-SC

Timbó Grande é o município catarinense de mais baixo IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), com 7.315 habitantes.

(Fontes: ONU/2000 e IBGE/2009)

“Timbó” é o nome da árvore usada pelos índios,nas pescarias.

“Grande” para diferenciar de outra cidade com o mesmo nome.

Os primeiros habitantes do município foram os índios dos grupos Kaigangs (ou coroados) e os Xoklengs (bugres ou botocudos).

Hoje, já não existem mais índios, mas “tá na cara” que eles passaram por aqui!

A diretora e as professoras que nos receberam muito bem, rapidamente organizaram várias turmas para a palestra.

A preocupação em aprender como pequenos gestos podem evitar muitas doenças.

Lembramos que as UNHAS devem estar sempre curtas, pois debaixo delas se escondem muito micróbios!

“Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela, tampouco, a sociedade muda.” (Paulo Freire)

terça-feira, 14 de outubro de 2008

….14/04/09 – Benjamin Constant do Sul-RS

Do Mato Grosso viemos descendo, com mudanças pelo caminho devido alguns percalços, mas sem desistir!

No Sul, a cidade de mais baixo IDH é Benjamin Constant do Sul, com 2.727 habitantes.
(Fontes:ONU e Censo Demográfico do IBGE-2000).

A origem do nome Benjamin Constant do Sul, foi uma homenagem a Benjamim Botelho de Magalhães Constant, militar e político brasileiro. Ele participou na Guerra do Paraguai e foi um dos mais ilustres fundadores da república.

Tudo já nos impressionava, dos verdes campos à limpeza da cidade, que era uma simpatia.

Notamos nas crianças uma educação exemplar!

E, interessados, tinham sempre uma pergunta esperta!

É curiosa a diversidade das “cores” do nosso Brasil, de Norte a Sul (literalmente)!

Eis os PIAZITOS felizes, tchê!

E pra comemorar, um brinde com o tradicional Mate Amargo ou CHIMARRÃO!

Aprendemos o que é cuia (o copo), bomba (o canudo de metal), “ronco” da bomba (barulho no final da bebida) e como chimarrear com estilo.

Seguem os 10 MANDAMENTOS do CHIMARRÃO:

1-Não peças açúcar no mate;
2-Não digas que o chimarrão é anti-higiênico;
3-Não digas que o mate está quente demais;
4-Não deixes um mate pela metade;
5-Não te envergonhes do “ronco” no fim do mate;
6-Não mexas na bomba;
7-Não alteres a ordem de que o mate é servido;
8-Não condenes o dono da casa por tomar o primeiro mate;
9-Não durmas com a cuia na mão;
10-Não digas que o chimarrão dá câncer na garganta.

Leia mais e se divirta em www.chimarrao.com

07 e 08/10/08 – N. Sra. do Livramento e Poconé – MT

Chegamos a NOSSA SENHORA DO LIVRAMENTO.

Apesar de ser a cidade de mais baixo IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) do Mato Grosso, tinha uma praça muito bem cuidada!

Conseguimos uma parceria inédita com a Secretaria Municipal de Educação.

Agradecemos ao Sr. Eduardo!

Encontramos uma quantidade considerável de gado pelos pastos no caminho.

E um sotaque diferente nas crianças (pra eles, estranhos éramos nós!).

Este nosso Brasil é uma diversidade!

E, como sempre, todos nós nos divertimos bastante!

Logo ali ao lado fica POCONÉ, a quinta cidade de mais baixo IDH do Estado.

E quem nos deu o ar, ou melhor, as “asas da graça”?

O TUIUIU!!!

O símbolo do Pantanal!

Conhecemos a Rodovia Transpantaneira.

E vimos de perto que a placa não era um exagero:

os JACARÉS ficam mesmo ali, aos montes, à beira da estrada!

A famosa ONÇA PINTADA vimos só nesta foto no museu do SESC Pantanal.

Mas, durante uma cavalgada, vimos mesmo o VEADO!

E este pássaro com enormes asas cor de rosa:

o Colhereiro (Ajaia ajaja).

Para finalizar o dia:

uma visão do PARAÍSO!

À noite, um pouco de aventura na Pantanal Norte:

FOCAGEM DE JACARÉS!

De barco, saímos procurando jacarés nas encostas.

Com a luz da lanterna, os olhos deles brilham de longe com se fossem estrelas!

“Cada mergulho um flash!”