Mapeamento com Drones possui vantagens e desafios a serem enfrentados. Entenda

Mapeamento com Drones possui vantagens e desafios a serem enfrentados. Entenda

Hoje, a ágil miniaturização e diminuição de custos de vários sensores de imageamento, que até por isso eram inacessíveis à maior parte dos profissionais, bem como a irrompimento de uma grande variedade de plataformas com distintos capacidades de desempenho, são capazes de ser considerados elementos primordiais à popularização dos Drones.

Dentre as benefícios oferecidas por esses sistemas, no momento em que comparados aos mais convencionais – como a aerofotogrametria realizada por aeronaves tripuladas -, são capazes de ser destacados a melhor mudança astral das imagens e maior flexibilidade para a compra dos dados.

Quanto à cartografia obtida a partir de dados de Drones, as primeiras questões que se colocam são: “ Todo mapeamento necessita ser altamente necessário? Qual a definição que podemos aguardar de um mapeamento com Drones? Quais serão os elementos que irão controlar na qualidade final dos produtos?”.

Antes de questionarmos a definição do mapeamento, é necessário ter em mente qual será a aplicação do projeto e seus reais metas, uma vez que serão esses que irão distinguir o nível e tipo de definição importantes.

Caso uma alta definição seja de fato essencial para reparar ao propósito do projeto de mapeamento, por isso a escolha dos equipamentos a serem usados precisa ser feita com reserva e alguns detalhes precisam ser considerados no planejamento da missão.

A primeira decisão fundamental a ser tomada para esse tipo de mapeamento é o massa do GSD (Ground Sample Distance) preciso ao projeto. O GSD trata-se do massa que uma célula de pixel representa do terreno. Ou seja, é a distância na superfície terráqueo, em grandeza tangível, que é registrada em um pixel na imagem.

Quanto menor for o GSD, maior é a mudança da imagem e, então, mais definidos serão os detalhes da mesma. O GSD é de modo direto correlativo da altura de adejo em correlação ao solo, e dos métodos da câmera usada: distância focal e massa do pixel no sensor. Uma vez certo o massa do GSD preciso, a altura de adejo será capaz de ser calculada e o tipo de equipamento mais apropriado apurado.

Neste fachada, precisa ser recorrido que um adejo a baixa altura ( para garantir maior GSD), exigirá do equipamento a prática de um maior algarismo de linhas no trajeto, o que de modo consequente amplifica o tempo de adejo.

Além da palco, a escolha da câmera usada exercerá uma influência significativa sobre o resultado. Dessa maneira, é bastante fundamental observar qual câmera será melhor para realizar um projeto exclusivo com base na mudança do pixel e sua distância focal, e capa, na informação que se quer recopilar das imagens sucessivamente.

Se não forem usados pontos de ajuda, os produtos arranjados a partir de aerofotogrametria por drones estarão vinculados à acurácia posicional dos GNSS das aeronaves. A maior parte das aeronaves tem somente receptores GNSS de navegação.

Os produtos arranjados, então, possuirão equívocos compatíveis com esses sistemas de parecer, podendo ser da ordem de 5 metros para planimetria e 15 metros para altimetria. Cabe enfatizar que já há drones no mercado já com receptores GNSS que são capazes de geotagear as fotos por princípios RTK ou PPK, tecnologias mais precisas.

No momento em que usados pontos de ajuda em campo, a acurácia geralmente será relacionada ao GSD das imagens, sendo a planimétrica conhecida por 1,5 vezes o massa do GSD e a altimétrica 3 vezes essa espaço. Se, depois de certo o massa do GSD, for constatado que a definição integral do projeto deverá ser superior a determinada por esses cálculos por isso o utilização de pontos de ajuda em solo será preciso.

Os pontos de ajuda, ou GCPs (Ground Control Points), são marcações bem identificáveis em mais de uma descrição e evidencia como ofício corporificar a ligamento entre as mesmas a começar por uma coordenada astral necessita (no nível centimétrico), atribuída a esse ponto.

Quanto maior o algarismo de fotos em que aparecem esses pontos ( certo pela justaposição entre as imagens, configurado no planejamento do adejo ) melhor será o resultado final desta ligamento.

Para auditoria da acurácia, são usados pontos de controle. Tratam-se de pontos adquiridos no terreno similarmente, porém que não são usados no ajuste e fileira das fotografias geradas pelo Drone, porém efetivamente para semelhança das coordenadas e altimetria resultantes no mesmo ponto revelado na torrente de pontos ou no Modelo Digital do Terreno.

Para compra de coordenadas e altimetria em solo e obra dos pontos de ajuda e controle, os técnicas são capazes de ser vários, ainda que hoje, o mais comum é a consumo a começar por um parceiro de receptores GNSS pelo princípios RTK.

Há mais elementos que vão controlar na acurácia dos produtos cartográficos arranjados a começar por aerofotogrametria com drones, como por exemplo métodos de processamentos e procedimentos nos softwares que transformam as fotografias digitais em nuvens de pontos, MDS, MDT (TIN, matricial e curvas de nível ) e ortomosaicos). Há cada vez mais opções de softwares no mercado que se valem de algoritmos como SIFT, SURF e BRISK, e ficção computacional para a procedência de keypoints nas imagens.

Dessa forma, é fundamental enfatizar que nos dias de hoje os softwares já apresentam resultados bons para a geração dos produtos básicos. O desacato essencial das companhias de mapeamento por drones hoje está em recopilar informações e corporificar classificações de maneira mais automatizada nestes produtos, para recebido de grandeza, agrupar valor aos serviços e solucionar complicações de clientes.

O mapeamento com drones tem benefícios, capa em termos de mudança astral, custos e flexibilidade de tempo, no momento em que comparado com outras plataformas de sensoriamento afastado, porém trata-se de mais uma ferramenta de mapeamento, a qual coexistirá com técnicas já consagrados.

A atual folheto pela ANAC do Código Brasileiro de Vôo Civil Sui generis – RBAC-E n°94, em maio de 2017, juntamente com a obra do portal SARPAS para abaixo-assinado de aprovação de voos, ocorrida em dezembro de 2016, pelo DECEA, foram passos essenciais para a lei de atividades comerciais com ARPs no Brasil.

Nos dias de hoje a controvérsia no setor é se o aerolevantamento com drones precisa similarmente realizar todas as demandas do Ministério da Intervenção que são feitas geralmente para aeronaves tripuladas. Drones BH

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