DOENÇA ARTERIAL

A enfermidade arterial periférica (DAP) caracteriza-se pela diminuição gradual do movimento sanguíneo arterial para os patas inferiores. Por causa de aos processos oclusivos nos leitos arteriais distais à bifurcação da aorta, causando diminuição da luz arterial e isquemia tecidual. Isto consequência na redução do achega de gás aos tecidos periféricos distais ao local vinculado, já que dificultam/impedem o movimento sanguíneo arterial.


Na maior parte dos casos, essa alteração acontece em resultado de fenômenos ateroscleróticos e aterotrombóticos. Vale realçar que similarmente pode ser efeito de outras doenças, por exemplo, arterite, aneurisma e embolismo.


De acordo com (Makdisse et al., 2008) a prevalência da enfermidade no Brasil em 2008 foi de 10,5%, inferindo-se quase 6 milhões de pessoas, levando-se em conta que de acordo com o IBGE, naquele ano no Brasil existiam 57 milhões de gente com as qualidades da indivíduos avaliada no pesquisa.
Os autores tinham como propósito básico avaliar a prevalência da enfermidade arterial periférica em amostras populacionais proporcionais, provenientes de 72 centros urbanos brasileiros com indivíduos superior a cem mil gente.


Como resultado, encontraram a prevalência distribuída da posterior maneira nas cinco regiões brasileiras:


Norte /centro-oeste= 17,8%
Sul = 12,0%, Sueste = 11,7%
Nordeste= 4,6%.

Elementos de perigo da Enfermidade Arterial Periférica

Alguns elementos são capazes de reforçar o perigo para a enfermidade arterial periférica. Eles são divididos entre elementos modificáveis, que envolvem:


fumo
sedentarismo
obesidade
stress
hipertensão

E elementos não modificáveis:


diabete mellitus;
pressão alta privado ;
trombofilias;
volúpia ;
idade ;
herança ;

O volúpia e a classe tem influencia a prevalência da enfermidade, sendo os homens negros, hispânicos os mais acometidos. O controle dos elementos de perigo constitui a parte essencial do tratamento médico em que drogas serão administradas com o intuito de moderar estes elementos, melhorando dessa maneira o palpite dos pacientes.


Falaremos a seguir sobre alguns desses elementos e sua comunicação com a enfermidade.


Fumo


O fumo é o coeficiente de perigo modificável sozinho mais fundamental no progresso e exacerbação da enfermidade arterial periférica. Ele pode diminuir o perigo de reproduzir a enfermidade, tanto para homens como para mulheres.


O utilização constante do cigarro lesa de modo direto o endotélio, causando danos estruturais e problema endotelial. Além disso, amplifica a resistência periférica, uma vez que altera a agregação plaquetária e a viscosidade plasmática, predispondo a formação de trombos.


Em resultado, o fumo associa-se com crescimento da marcha da enfermidade, assim como o perigo crescido de amputações. Os médicos e especialistas recomendam a derrogamento do comportamento de fumar a partir de programas específicos de óbolo, utilização de nicotina em maneira de polvilho de mascar, adesivos e regulamentação de antidepressivos, como a bupropiona.


Diabete


A figura de diabete pode controlar negativamente no quadro cirurgião de pacientes com enfermidade arterial periférica, ficando em um algarismo de amputações cinco vezes maior e o índice de mortalidade 3 vezes maior que em pacientes não diabéticos.


Também não se conhecem as motivos, porém a diabete acelera o processamento aterosclerótico em seus pacientes, o que consequência não apenas na enfermidade arterial periférica, assim como também em arterial coronariana e enfermidade cerebrovascular.


Em pacientes diabéticos, os segmentos mais acometidos são o fêmoro-poplíteo e o tibial, enquanto que em não diabéticos acontece a preferência pelos vasos aorto-ilíacos, não acometendo o argola incutir e a artéria fibular.


O controle glicêmico é necessário para diminuição das problemas microvasculares, inclusive a neuropatia diabética que contribui para um pior fechamento nos pacientes com enfermidade arterial periférica.


Obesidade


A obesidade é uma enfermidade crônica que é coeficiente de perigo para o progresso de comorbidades associadas que similarmente são consideradas de perigo para a enfermidade arterial periférica, como a pressão alta e a diabete. Não obstante, mesmo na apartamento de outras patologias associadas a obesidade em si pode ser declarada um coeficiente de perigo.


A gordura visceral, que é aquela acumulada na região abdominal do corpo, é considerada metabolicamente ativa, capaz de evacuar substancias que alteram a homeostase do corpo e são capazes de ajudar para o crescimento da eliminação de insulina.


Além disso, a obesidade é associada à problema endotelial coronariana em pacientes com coronárias angiograficamente normais ou com enfermidade arterial coronariana rápido (Al Suwaidi et al., 2001), o que pode estar agregado ao progresso da enfermidade arterial periférica.


Em soma a estes elementos, se pensarmos de forma simples podemos julgar na porção de gordura circulante presente no corpo de obesos e que gera um concentração de lipídios na taipa arterial, reduzindo a luz do vaso e ficando dessa maneira no crescimento da resistência periférica.


Pressão alta


Pressões arteriais acima de 150/90 mmHg estão associada com o crescimento da prevalência de doenças vasculares. Acredita-se que a hipertensão seja o essencial coeficiente para o progresso de aterosclerose e a essencial pleito de morbidade e mortalidade na indivíduos americana.


Colesterol


O colesterol é uma gordura usada através do nosso corpo para a formação de outras substâncias. No momento em que presente em grandes quantidades em nosso corpo, a parte resto encontra-se na corrente sanguínea. Como o sangue é um meio aquoso e o colesterol não se dissolve na água, as moléculas se acumulam na corrente sanguínea, podendo fazer uma padrão aterosclerótica.


Sinais da Enfermidade Arterial Periférica

Vários dos pacientes com enfermidade arterial periférica são assintomáticos, não relatando problemas associadas a enfermidade. No momento em que os sinais estão existentes, os pacientes relatam a figura de dor em alívio em patas inferiores, diminuição da vigor e da resistência muscular e prejuízos na rapidez de andar.

Estes elementos são capazes de estorvar em suas atividades funcionais com racional diminuição da destreza física e qualidade de vida desses pacientes.

Saiba Mais: Uma doença com nome complicado, mas um problema comum de saúde: doença arterial 


Essa redução da personalidade física apresentada por estes pessoas parece estar relacionada com o estágio da evolução da enfermidade, de maneira que, quanto mais frente a enfermidade, maior a inabilidade ligado. A enfermidade similarmente pode vir acompanhada de ferimentos com dificuldade de cicatrização e gangrena.


O sinal mais comum da enfermidade é a claudicação intermitente. Ela é definida como dor em aborrecimento, calor ou em câimbra na panturrilha, coxa ou sedenho que acontece ao longo o treino e alivia com o alívio. A localização mais comum é na panturrilha, provocada pela fechamento da artéria femoral breve.


Acontece na coxa, no ilharga e nas sedenho no momento em que a oclusão intervir o segmento aorto-ilíaco ou as artérias ilíacas internas. Em maior parte a claudicação é tendencioso em seu início e em alguns casos pode ser seguida pela pronunciamento de sinais parecidos no braços inferior ostensivo.


Diagnosticando o seu paciente com suspeita de Enfermidade Arterial Periférica


Várias vezes descrever pacientes com enfermidade arterial periférica não é possível, uma vez que se trata de uma enfermidade silenciosa. Um exame cirurgião projetado enriquecido de testes especiais é primordial nesse caso. Realizar uma anamnese completa, cotizar-se dados e a história da enfermidade contribui bastante para o entendimento do caso.

É indispensável perceber pacientes com alto perigo cardiovascular, identificando os elementos de perigo descritos antigamente.


com mais detalhes sobre cada etapa da análise.
Exame físico


O exame físico precisa ser meticuloso. É fundamental comparar uma beira com a outra, uma vez que frequentemente um braços é mais buscado que o outro. A coloração e as condições da pele precisam ser observadas e comparadas entre os patas. Palidez à elevação do braços, apartamento de desenvolvimento de pelos, unhas dos membro distróficas e pele fria, seca e com fissuras são vestígios de carência vascular. A grandiosidade de movimento similarmente precisa ser realizada e comparada entre os 2 patas.


O exame precisa adicionar a inspeção dos membro e palpação dos pulsos, devendo ser palpados os pulsos femorais, poplíteos, tibial pospositivo e pediosos. Em correlação aos patas superiores, os pulsos subclávio, axilar, braquial, radial e ulnar precisam ser palpados.

FONTE: https://www.r7.com

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