Cirurgia de varizes safena ricos

A cirurgia para a retirada da veia safena, ou safenectomia, é algumas opção de a terapeutica  para ser capaz de varizes nas pernas e, por ser necessária a retirada desta veia, é um pouco mais complexa do que outros procedimentos, como a injeção de espuma ou radiofrequência, por exemplo, mas, por outro lado, é um intervenção definitivo para ser capaz de varizes.

A recuperação desta cirurgia de varizes acontece em cerca de 1 a 2 semanas, sendo também as atividades físicas localizam-se liberadas após 30 dias. Neste período, localizam-se indicados o uso de meias elásticas, e medicamentos para alívio da dor, como anti-inflamatórios ou analgésicos, prescritos pelo cirurgião vascular.

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A peridural ainda é uma boa técnica, mas melhor mais indicada  nas cirurgias de maior porte e quando há modo de tempo muito prolongado de anestesia, o que não é o caso da cirurgia de varizes. Então, acabou sendo substituída pela atual e moderna raqui, que preferimos designar como intradural. Recentemente, a intradural é realizada com agulhas muito finas e descartáveis. Com nova tecnologia, estas agulhas  têm orifício de saída lateral e não na ponta, como antigamente, de tal maneira que, quando ela é introduzida, não é cortante, mas sim apenas afasta os tecidos (divulsiona). Com isso, o extravasamento do liquor é mínimo, desprezível. Assim, baixou a chance de cefaleia para  0,6%, permitindo que o paciente receba alta hospitalar no mesmo dia. A mortalidade, que sempre foi baixa neste modalidade de anestesia, Atualmente, em dia é praticamente zero, para ser capaz de não dizer zero.

Além disto, deve-se de conservar os regiões dos pontos limpos e secos. Também pode-se usar pomadas para ser capaz de enfim tira os hematomas, como o hirudoid, por exemplo.


Riscos da cirurgia para retirar a safena


Apesar de ser uma cirurgia com poucos riscos, a safenectomia pode ter algumas raras problemas como a lesão de nervos próximos à veia, o que pode provocar formigamento e perda da sensibilidade, é importante de sangramento, tromboflebite, trombose da perna ou embolia pulmonar.

Usar medicamentos para controle da dor, como anti-inflamatórios e analgésicos, prescritos pelo médico;

Utilizar meias elásticas para a compressão das pernas;

Como é feita a cirurgia para retirar a safena

A retirada da veia safena está mais indicada  para tratar as varizes quando a veia safena está entupida devido a dilatação excessiva deste vaso, ou quando a veia safena já não funciona mais como teria que para fazer o retorno de sangue das pernas para o coração. O procedimento é produzido em centro cirúrgico, com anestesia raquidiana ou geral, e o periodo de cirurgia, frequentimente é de cerca de 2 horas.

A safena é uma enorme veia que vai da virilha, começa pelo joelho, onde se divide em duas, a safena magna e a safena parva, também continuam até os pés. Apesar do seu tamanho, a retirada da veia safena não é projudica a saúde, pois existem outros vasos, mais profundos, que são mais significativos para o retorno do sangue a fim o coração.


Entretanto, se as veias safenas ainda estiverem funcionando, deve-se evitar a sua retirada, pois a veia safena é útil para ser capaz de a realização da ponte de safena, caso imprescindível que é a cirurgia em um período de que a veia safena é implantada no coração para substituir as coronárias entupidas do coração.

Apesar de já ter se passado mais de 30 anos que a famosa cantora Clara Nunes morreu devido a uma complicação anestesiológica durante algumas cirurgia de varizes, até por tempo limitado nos deparamos com pacientes que não querem se submeter à cirurgia de varizes em função daquele acontecimento, ou mesmo porque a ideia de ambiente  “injeção na espinha” parece aterrorizador.

De primeira instância, existem algumas regras básicas. Não se pode generalizar quando o tema é Medicina (nem nunca, Não sempre). Cada caso é um caso e não existem duas pessoas iguais na natureza biológica, mesmo gêmeos ou clonados. O a terapeutica  em um pode trazer resultados diferentes em outro. Outro aspecto é que não há como estar vivo sem viver com algum tipo de risco. Atravessar a rua por tempo limitado em dia em São Paulo, estatisticamente, pode ser bastante mais arriscado do que muitas cirurgias.

A anestesiologia foi uma das especialidades médicas que mais evoluíram e não há como discutir sem conceitos de três década atrás. Ao contrario, é essencial referir todo avanço atingido Com intuito de ter bases científicas hoje completamente diferentes das que eram empregadas naquela época.

Analisando o histórico, a cirurgia de varizes era realizada inicialmente com a raquianestesia . No entanto, provocava um percentual significativo de cefaleia (dor de cabeça) devido ao extravasamento de liquor (líquido em em que a medula fica embebida). Por causa do mais o paciente tinha que ficar internado por pelo menos 24 horas, em repouso absoluto e sem travesseiro. Isto ocorria porque as agulhas utilizadas eram metálicas, cortantes, grossas e não descartáveis. Em consequência disso, foi substituída pela peridural, o que resolveu o impasse da cefaleia, mesmo sendo mais trabalhosa, com maior possibilidade de falha para se realizar, e seu começo de NESTA mais alongado. Além de ser tambem mais demorada para passar , também então, o paciente habitualmente tem que ficar internado por pelo menos 24 horas.



Os tipos de anestesias indicadas aos pacientes que serão submetidos a alguma cirurgia, não importando a especialidade, são: local, regional (bloqueio) e geral. No que se refere à cirurgia de varizes, na qual a abordagem circunda os membros inferiores, o tipo de anestesia vai depender do porte da cirurgia. A local é suficiente a fim pequenos cordões varicosos e pode ser realizada no nível ambulatorial. Nos casos em que a quantidade de varizes é maior ou existe modo de se fazer a extração de veia safena, o ideal são os bloqueios regionais com os quais o paciente fica anestesiado da cintura para baixo.

Na sequência dos trabalhos, antes que o paciente seja anestesiado, é feito um sedativo (pré-anestésico) de maneira que não haja o menor sofrimento na hora de aplicar o anestésico por meio de uma punção na região lombar – e isto é tão eficiente que não há a menor lembrança por parte do paciente. Existe uma membrana que recobre e protege a medula espinhal os quais se chama dura mater. Se o anestésico for feito dentro desta membrana, a anestesia é intradural (raqui). Se for feito fora desta membrana, sem atravessá-la, chama-se peridural.

FONTE: http://www.contagem.mg.gov.br/?guia=901346

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