Depois da rinoplastia a ponta do nariz cai

Transporte como outros deslocamento, a plástica de nariz é uma cirurgia que carrega consigo muitas dúvidas e até certos medos. É uma cirurgia segura? A recuperação é demorada? Os resultados serão satisfatórios? Essas são apenas algumas das questões recorrentes!


Muitas pessoas acreditam, por deslocamento que a plástica de nariz é sempre uma cirurgia meramente deslocamento, em que o paciente “escolhe o formato de nariz” que deseja ter, mas isso não é verdade.


Explica que, ao se corrigir cirurgicamente o desvio de septo ou a hipertrofia das conchas nasais, dois dos problemas funcionais mais comuns, há aumento do fluxo de ar pelas narinas e, consequentemente, melhora do padrão respiratório do nariz. “Dessa maneira, os pacientes podem experimentar a sensação de que o nariz não está mais entupido e que estão respirando melhor”.



Cirurgia Plástica, explica que a plástica de nariz, ou rinoplastia, pode ser uma indicação para pessoas que têm alguma queixa funcional específica (não respira bem, por exemplo) e/ou pacientes com queixa estética (que não gostam do aspecto do nariz e querem modificá-lo para terem uma maior harmonia facial).


Se você se encaixa em um dos casos deslocamento acima e pretende fazer uma rinoplastia, confira os principais mitos e véiculos que envolvem este procedimento, além de dicas e orientações dos especialistas.


Cirurgia Plástica pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP) e também membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, reforça que os aspectos estéticos e funcionais devem ser combinados: “Ao realizar a rinoplastia, o cirurgião deve sempre objetivar a manutenção da função nasal associada à melhoria dos aspectos estéticos”.



Membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e membro da American Society of Plastic Surgery (ASPS), preceptor da residência médica de cirurgia plástica do Hospital Federal dos Servidores do Estado (RJ) e médico do serviço de cirurgia plástica e microcirurgia do Instituto Nacional de Câncer (INCa-RJ), comenta que, hoje em dia, dificilmente alguém opera um nariz pensando somente na questão estética.



Necessário um bom exame físico e, na maioria dos casos, a solicitação de uma tomografia para vermos como estão as estruturas internas. A rinoplastia estruturada nada mais é que uma cirurgia estética aliada a um tratamento funcional.

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O cirurgião plástico porém, que a cirurgia pode ser apenas estética se o deslocamento, não apresentar nenhum sintoma ou queixa relativa ao nariz, como, por exemplo, desvio de septo. “Se não existe problema levar  a cirurgia é estética”.




Considerada uma cirurgia de risco, desde que seja realizada pelo cirurgião especialista, em hospitais ou clínicas com estruturas adequadas e o paciente esteja com boas condições de saúde (incluindo exames pré-operatórios normais). É uma cirurgia de curta duração (cerca de 2 horas) e a alta hospitalar ocorre geralmente no transporte. dia ou no dia seguinte ao procedimento.





A plástica de nariz é uma cirurgia de risco




Reforça que, como toda cirurgia, a plástica de nariz deve ser feita com uma equipe preparada, em um hospital bem aparelhado, e com todos os exames pré-operatórios realizados. “Se ‘tudo está ok’, a cirurgia é bem tranquila, com os riscos inerentes a todo deslocamento, cirúrgico”, explica.



Alguns motivos pelos quais uma cirurgia plástica nasal pode não ter uma resposta satisfatória são: pacientes com características anatômicas desfavoráveis; não diagnóstico prévio de deslocamento respiratórios; má execução técnica do procedimento; resposta inesperada do paciente no pós-operatório (particularmente produção excessiva de fibrose).



Muitas vezes, é o paciente reclamar quando o cirurgião usa tamponamento nasal no pós-operatório imediato e o paciente tem que respirar pela boca. “Mas existem tamponamentos hoje mais modernos, que deixam um pertuito para o ar passar. Mas mesmo com tamponamento convencional, esse desconforto é pequeno e rápido, já que o cirurgião retira esse tampão assim que possível, em média 12 horas”.



Comenta que essa ideia era “verdadeira” há 30 anos, tempos em que as rinoplastias eram “meio que padronizadas”. “Hoje em dia, cada cirurgia é adequada para um paciente, ou seja, cada nariz é operado para que o resultado final fique o mais harmônico possível com aquele rosto”, explica.





Associação Brasileira de Cirurgia Craniomaxilofacial (ABCCMF) e da American Society of Plastic Surgery (ASPS), diretora da clínica ELEV (RJ), explica que um rosto bonito está relacionado com a boa proporção da face… “O tamanho do nariz deve ser igual ao deslocamento da testa e do queixo. Por isso um nariz muito pequeno poderia ser facilmente percebido como ‘plástica’… Então, devemos sempre respeitar as proporções”, diz.



Explica que, quando a primeira cirurgia não proporciona o resultado esperado, pode-se realizar um segundo procedimento depois de 6 a 12 meses. “Porém, um segundo ou terceiro procedimento é sempre mais complicado”, diz a cirurgiã plástica.



Destaca que o paciente pode e deve fazer é conversar muito com seu cirurgião antes da cirurgia, para expor suas expectativas realistas. “Mas o ideal é fazer um nariz de acordo com os traços do paciente”, explica.




Explica que o paciente não pode “querer o nariz de outra pessoa”, pois devem ser respeitadas a anatomia e as proporções da face. “Os desejos mais comuns são afinar o dorso e a ponta, diminuir a giba, diminuir as narinas, retificar o dorso com a ponta… E também podemos tratar a parte funcional ao mesmo tempo.


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