Doença arterial obstrutiva periférica

A Enfermidade Arterial Obstrutiva Periférica (DAOP) é caracterizada pelo sarro de gordura, cálcio e mais generalidades na taipa das artérias, reduzindo seu calibre e apresentando um saldo negativo sangüíneo aos tecidos irrigados por elas. Seu progresso é frouxo e sucessivo e é preciso ocorrer uma fechamento arterial significativa, de ao menos 70% do calibre de uma artéria, para que surjam os primeiros sinais.


As paredes das artérias geralmente são lisas e elásticas. Com o mudar dos anos (envelhecimento), elas sofrem um processamento de endurecimento e reação inflamatória crônica (arterosclerose). A padrão que se maneira na aterosclerose é composta de substâncias como colesterol, cálcio e fazenda fibroso, que vão se acumulando nas paredes das artérias. Quanto mais padrão se acumula nas artérias, mais endurecidos ficam os vasos e mais deteriorado encontra-se o movimento sanguíneo.


Quais são os sinais:


O quadro cirurgião mostrado pelo paciente vai sujeitar-se de qual artéria está mais incrivelmente obstruída:


Caso sejam as artérias ilíacas e femorais (artérias das pernas), os principais sinais são: Claudicação intermitente ( dor nas pernas ao andar ), queda de pêlos, atrofias musculares e até mesmo fraqueza sexual nos homens.

Como alimentar:


O melhor tratamento para a aterosclerose é a prevenção. Embora da DAOP não entregar cura, 75 a 80% dos pacientes melhoram ou estabilizam somente com caminhadas e combatendo os elementos de perigo. Além da exercício física, há remédios como vasodilatadores periféricos, anti-agregantes plaquetários e as estatinas que similarmente são capazes de adicionar o tratamento da DAOP.


Além do tratamento cirurgião, a DAOP pode ser fraude por meio da terapia cirúrgica e endovascular. A terapia cirúrgica é feita a partir de uma revascularização do braços no qual podemos utilizar a própria disposição do paciente (ex: disposição safena) ou uma prótese sintética como substituto arterial do vaso obstruído. Já a terapia endovascular é um técnica minimamente invasivo e realizada por dentro do vaso, a partir de uma angioplastia ou associada a posto de um Stent.

Angioplastia


A angioplastia é um técnica terapêutico minimamente invasivo. Um irrelevante dirigível, integralizado a um cateter, é guiado até a artéria comprometida e inflado em oposição a a taipa arterial, desobstruindo o vaso. Em alguns casos, um irrelevante cano de metal (stent) é posicionado na artéria para mantê-la aberta e, dessa maneira, garantir um melhor movimento no vaso combinado. O técnica geralmente é executado sob anestesia local e frequentemente com uma punção na virilha.

As informações mais comuns são para pacientes com estreitamento fresco ou dramático em um ou mais vasos sanguíneos, geralmente com sinais de enfermidade arterial, como dor nas pernas para andar, dor para dormir e necrose de dedos do pé.

Descrição do técnica

Um cateter é enfiado a partir de uma punção na virilha ou no cotovelo. Por meio de desta punção, um fio-guia é enfiado na artéria e guiado até a setor a ser fraude.


O movimento do fio-guia não é apercebido pelo paciente, uma vez que as artérias não contêm terminações nervosas. Com o fio-guia posicionado na violação, o cateter de angioplastia com um dirigível desinflado na ponta é enfiado e levado até a setor comprometida.


Neste local, o dirigível é inflado e desinflado completamente por alguns minutos com o intuito de debandar a padrão de aterosclerose, pressionando-a em oposição a as paredes da artéria e, dessa maneira, desobstruir a passagem de sangue.As áreas tratadas por angioplastia são capazes de voltar a entregar obstruções, seja logo após o técnica, seja depois de diversos meses ou anos. A recorrência de estreitamento na artéria fraude é tragada de reestenose, e a de fechamento completa é tragada de reoclusão.

Saiba Mais: A doença arterial periférica é uma condição em que ocorre o estreitamento e endurecimento das artérias


Em alguns casos, pode-se usar um stent para preservar a artéria aberta. Há diversos tipos de stents e balões para angioplastia, que são capazes de ser usados em muitas situações distintos. O clínico vascular e endovascular é o profissional que trata as doenças da circulação periférica e conhece suas peculiaridades. A escolha correta do tipo de material (cateteres, balões, stent, etc.) é necessário para o sucesso do tratamento.

FONTE: https://www.r7.com

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