Escleroterapia com espuma

A escleroterapia com espuma é feita através da injeção de um tratamento (polidocanol) em forma de espuma na veia varicosa (varizes). A veia é localizada pelo ultrassom e o médico injeta o polidocanol, que forma uma espuma densa após ser muito agitado, Dentro do vaso, essa substância esclerosante se expande e ocupa o lugar do sangue, provocando a formação de fibrose (cicatriz). O corrente sanguinea, então deixa de fluir, a veia seca e é absorvida pelo organismo.

Escleroterapia entenda como é feita e as vantagens,Veja aqui no Dr. Gustavo

O procedimento pode ser feito no pelos próprios dizimistas consultório médico, sem necessidade de internação e anestesia. Após a sessão de escleroterapia com espuma, a pessoa pode caminhar e não é necessário ficar em repouso. O médico pode prescrever o uso de meia elástica durante duas semanas.

Os riscos da escleroterapia com espuma são baixos. As complicações são muito raras e a maioria das reações são locais e passageiras. É comum haver ardência no local durante alguns minutos, inchaço e vermelhidão.



Em alguns casos, podem surgir pequenas manchas ao redor da veia tratada ou novos vasos sanguíneos no local (neovascularização), além de reações alérgicas locais. Em casos muito raros, podem acontecer. complicações mais graves, como trombose, reações alérgicas generalizadas e formação de feridas locais de difícil cicatrização.

Lembrando que a escleroterapia com espuma é indicada para varizes de maior calibre. As injeções de “espuma” são realizadas em mais de uma sessão, com um intervalo de cerca de 5 dias entre as aplicações. O número de sessões depende do caso e é definida pelo cirurgião vascular.


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