Hemodiafiltração

A diálise é um tratamento que permite a substituição de algumas das utilidades mais essenciais dos nossos rins, nomeadamente a controlação do volume extra-celular ( por meio da afastamento de líquido com a ultrafiltração) e a extinção de generalidades que se acumulam na carência renal como, por exemplo, o potássio e a ureia ( por meio do mecanismo de espalhamento ).


É fundamental salientar que os pacientes em diálise crónica efetuam uma terapia que prolonga a sua vida e permite uma qualidade de vida permissível.


Utilidades dos Rins


Permite a nossa continuidade em situações de refreamento hídrica ( calor intenso ou baixa consumo de líquidos) diminuindo a porção e aumentando a concentração da urina. Esta ofício de concentração e diluição urinárias parece básica, porém é na verdade bastante complexa e considerada como a mais inerte dos nossos rins.

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Há outras utilidades dos rins que não são substituíveis pela diálise, como a fabricação de eritropoietina ou a ativação da vitamina D. Dessa maneira, é comum que os pacientes renais crónicos se encontrem medicados com eritropoietina, suplementos de vitamina D, vitaminas que são removidas pela diálise e vários mais fármacos como captadores de fósforo ou anti-hipertensores.

Quem necessita realizar diálise?


Os rins, assim como o cérebro ou o coração, são orgãos vitais. A carência renal pode ser aguda (instala-se em alguns dias) ou crónica ( de instalação lenta, em mais de 3 meses).


Sendo dramático (depuração de creatinina inferior a 10 ml/ hora e / ou anúrica) implica a uso do tratamento da diálise para que o paciente se mantenha visível.



Tipos de diálise


Há 2 tipos essenciais de diálise. A diálise mais usada de maneira integral, porém similarmente em Portugal, é a hemodiálise. No registo da Clube Portuguesa de Nefrologia ocasional aos dados de 2016 efetuavam hemodiálise legítimo em 31 de Dezembro desse ano 11738 pacientes. Esses necessitam de se desviar 3 vezes por semana a unidades hospitalares ou, com maior frequência, a clínicas privadas.


A hemodiálise progrediu mastodôntico nas secundinas duas décadas. A técnica de hemodiálise com maior qualidade e eficiência denomina-se hemodiafiltração on-line e é praticada, nos dias de hoje, na maior parte das unidades e clínicas de hemodiálise em Portugal.


A diálise peritoneal é uma alternativa à hemodiálise. Uma das suas principais benefícios é a eventualidade de destituir ambientes hospitalares ou clínicas de diálise. Os doentes efetuam as suas trocas/”mudas” de diálise peritoneal no seu região. Necessitam de consultas em unidades específicas hospitalares, frequentemente de periocidade mensal. Em Portugal, a 31/12/2017 encontravam-se a entabular esta técnica 756 pacientes.



Mais tipos de diálise apresentam informações mais específicas, encontrando-se indicadas em situações particulares. Por exemplo, no tratamento da insuficência renal aguda dramático em local de afazeres intensivos utilizam-se técnicas de hemodiálise como a hemofiltração ou a “Slow, low, efficient, daily dialysis” (SLEDD).


O que é hemodiálise?


O tratamento de hemodiálise compreende os princípios físicos de ultrafiltração ( afastamento de líquidos) e de espalhamento ( retirada de toxinas e ossada do metabolismo proteico porém similarmente permite suplementar o paciente com generalidades em falta como o bicarbonato).


A equipamento de hemodiálise é bastante complexa porém o seu sector mais fundamental é o filtro de diálise, conhecido por pelos franceses como “rim artificial ”. É nesse filtro que se efetuam as duas utilidades mais necessários da diálise (ultrafiltração e espalhamento ).


Funciona com vários módulos de modo a deixar certificar-se que a ultrafiltração e espalhamento sejam efetuados de maneira eficaz e segura. Um paciente em programa legítimo de hemodiálise pode ser anúrico ( urina menor de 100 cc/24 horas) e apresentar-se no início de uma convenção de hemodiálise, por exemplo, com 4 Kg (litros) para remover por ultrafiltração e com potássio no seu sangue superior a 6 mEq/L.


Os pacientes em hemodiálise necessitam de um acesso vascular para entabular essa técnica. Preferencialmente uma fístula artério-venosa para hemodiálise. Em alternativa pode ser empregado um cateter de hemodiálise ou uma prótese artério-venosa.

Os efeitos nocivos ou colaterais da diálise são raros e eminentemente técnicos. Destacam-se as reações aos filtros de hemodiálise de tipo anafilático mais frequentes no passado com a uso de barita de etileno na esterilização dos filtros ou com determinados tipos de filtros com fibras de AN69.


A hemodiálise em casa (no domicilio) é bastante pouco usada em nosso país. Necessita de condições domiciliárias óptimas, bem como uma compilação boa dos pacientes para esta técnica de auto-diálise.

As suas benefícios são comparáveis à diálise peritoneal permitindo maior autarquia do paciente bem como a eventualidade de entabular mais tempo de diálise, por exemplo ao longo a noite.


O que é diálise peritoneal?


A diálise peritoneal é uma técnica de diálise que permite bons resultados em termos de dose semanal de diálise e ganhos de autarquia e de qualidade de vida em correlação à hemodiálise em centro. Pode ser efetuada pelo próprio paciente (auto-diálise) ou por um diligente (diálise assistida). Com o envelhecimento e durabilidade progressivos da indivíduos esta última técnica pode ser uma alternativa destacado.


Uma outra alternativa para essas faixas etárias, doentes bastante idosos, pode ser a terapia médica conservadora. Em Portugal os Serviços de Nefrologia dispõem de consultas específicas de informe em que as muitas opções de tratamento são explicadas aos pacientes e seus familiares de acordo com a respetiva lei da Direção Maior parte da Saúde.
Saiba, aqui, tudo sobre diálise peritoneal.
Hemodiálise em comparação com diálise peritoneal
Há algumas diferenças entre a hemodiálise e a diálise peritoneal.

A diferença mais significativa na perspetiva dos pacientes parece ser o facto de a diálise peritoneal não intervir de maneira direta o seu sangue. Não se vê sangue! É possível que um paciente em hemodiálise opte por diálise peritoneal ou tenha urgência dessa mudança, por quebradeira múltipla de acessos vasculares. Em intuito contrário, é respeitante a comum que um alucinado em diálise peritoneal por canseira com a técnica ou problema fundamental da sua couro peritoneal necessite de mudança para hemodiálise.


A diálise peritoneal implica a posto de um cateter na oco peritoneal. Em sua maneira mais comum, diálise peritoneal contínua ambulatória – D.P.C.A., o paciente conecta o seu cateter a partir de um extensor a um sistema repetido de sacos ligado em Y.

Numa primeira ciclo drena o conteúdo da sua oco peritoneal para o saco de drenagem e sucessivamente infunde o líquido de diálise na referida oco. Em maior parte efetua estas trocas/”mudas” 3 ou 4 vezes por dia. Esta é uma diálise “contínua” visto que o líquido de diálise permanece no abdómen ao longo as 24 horas. Há a eventualidade de entabular estas trocas ao longo a noite com recurso a uma equipamento denominada cicladora.

FONTE: https://www.r7.com

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