Tratamentos para doença arterial periférica

A enfermidade vascular periférica (DVP) é uma enfermidade comum que influencia milhões de indivíduos em todo o mundo. Estima-se que nos dias de hoje há mais de 8 milhões de indivíduos com DVP nos Estados Unidos, porém de uma maneira maior parte aproximadamente não há percepção sobre a enfermidade. Com essa falta de percepção, muita gente que padece de DVP acaba sem reconhecimento e sem tratamento.

MANIFESTAÇÃO


DVP, similarmente conhecida como enfermidade arterial obstrutiva periférica, é o estreitamento ou inibição das artérias em diversas regiões essenciais do corpo.


PLEITO


A DVP ocorre no momento em que há um concentração de material gorduroso, conhecido por padrão, dentro das artérias. Essa enfermidade similarmente é tragada de arterosclerose ou endurecimento das artérias.


Os acúmulos de gordura ( similarmente chamados de calcificações) são capazes de realizar com que as artérias endureçam (calcifiquem-se) e tornem-se mais estreitas ou bloqueadas, limitando o entrega do sangue cheio de gás pelo corpo. Isso pode provocar distintos complicações de saúde, dependendo de quais artérias são bloqueadas.

SINAIS

A enfermidade vascular periférica dos patas inferiores influencia as artérias que fornecem sangue aos músculos das pernas. As 3 artérias bloqueadas com mais frequência são a artéria ilíaca, a femoral breve (conhecida como AFS) e as artérias infrapoplíteas, que ficam embaixo do joelho.


No momento em que as principais artérias das pernas ficam bloqueadas pela padrão, artérias mais baixos, chamadas de percurso novo, assumem o rédea como rota essencial para proporcionar sangue aos músculos da perna.

Essas artérias mais baixos são capazes de proporcionar sangue satisfatório aos músculos no momento em que a indivíduo se encontra em alívio, porém não fazem um bom trabalho no momento em que o pessoa está materialmente ligado e os músculos da perna precisam de mais sangue e gás.


Indivíduos com DVP dos patas inferiores sentem dores ou pesar comum ao andança, ou ao desobrigar trabalhos cotidianas. Atividades físicas são constantemente complicados de realizar por pleito do menor entrega de sangue para as pernas, o que geralmente pleito sinais que pioram com o tempo, a não ser que se faça um tratamento.

Exame dos patas inferiores com DVP


Estes sinais são capazes de adicionar:


Dor ou canseira nos patas inferiores;


Dor no glúteo;


Percepção de aborrecimento ou formigamento nos membro;


Feridas ou rachaduras na pele das pernas e membro
Redução de pelos nos membro ou dedos dos membro;


Dor nos membro ou dedos dos membro em alívio
Mudanças na coloração da pele (avermelhada, azulada ou uma tinta esbranquiçada);


Redução da temperatura da pele
Fraqueza ( inabilidade de conquistar ou preservar uma ereção);

ELEMENTOS DE PERIGO


Milhões de indivíduos em todo o mundo contem DVP ou correm o perigo de reproduzir a enfermidade. Várias indivíduos que sofrem da enfermidade de modo algum são diagnosticadas ou tratadas.


É comum que haja um endurecimento das artérias de acordo com você envelhece, além do concentração de gordura, porém certos elementos de perigo, como determinados comportamentos, doenças ou práticas, são capazes de provocar ao progresso prematuro da DVP. Quanto mais você se evidenciar aos elementos de perigo, maiores serão as suas chances de reproduzir DVP.


Alguns elementos de riscas da DVP são:


Mais de 50 anos;


Cigarro;


Diabete;


Histórico privado de enfermidade vascular ou cardíaca;


Hipertensão ( similarmente tragada de pressão alta )
Altos graus de colesterol ou triglicerídeos no sangue
Falta de treino ou exercício física;


Obesidade ( contrapeso );


Estresse;

Embora de elementos de perigo como idade e histórico privado não poderem ser controlados, alguns elementos são capazes de ser controlados ou geridos de modo a coarctar o perigo. Eles incluem fumo, diabete, pressão alta, colesterol alto, obesidade e um estilo de vida parado. Seu médico pode orientá-lo sobre escolhas mais saudáveis para a sua regime, uso do cigarro, nível de exercício física e coordenação de estresse.


Se você estiver no grupo de perigo da DVP é fundamental anunciar com seu médico sobre formas de coarctar suas chances de reproduzir a enfermidade. Além de ter aterosclerose (endurecimento das artérias), indivíduos com DVP similarmente correm um perigo alto de sentir um opugnação cardíaco ou ter um acidente vascular cerebral (AVC).


RECONHECIMENTO


Ao realizar um reconhecimento, seu médico irá avaliar seu histórico médico e privado, elementos de perigo e sinais. Caso esteja sob suspeita de ocorrer produzido DVP, seu médico irá pedir-lhe uma série de exames antes de optar o melhor tratamento. Estes exames foram desenvolvidos para saber como está o movimento de sangue em suas artérias e identificar áreas que precisam de atenção.


Os exames e testes que são capazes de ser solicitados incluem


Índice Tornozelo-Braquial (ITB): Utilizado para descrever a DVP nos patas inferiores (pernas). O ITB compara a pressão arterial providência no artelho com a pressão arterial providência no bravura. Um aparelho medidor de pressão comum e um aparelho de ultrassom sui generis são usados para este exame.

Clique AQUI: A Doença Arterial Periférica  é caracterizada pela diminuição do fluxo sanguíneo nas artérias


Teste ergométrico: Contém andança numa água por um certo tempo, geralmente 5 minutos, ou até que precise paralisar visto que sente-se esgotado ou com incômodo nas pernas.


Ultrassom:Utiliza ondas sonoras de alta-frequência para fazer uma imagem que pode auxiliar o médico a avaliar o movimento sanguíneo e estreitamento ou bloqueios em seus vasos sanguíneos.


Eco magnética (IRM):Faz utilização de campos magnéticos e ondas de rádio para fazer uma imagem que evidência bloqueios em suas artérias.
Angiografia: É uma técnica de imagem tragada fluoroscopia, que faz utilização de uma tecnologia de raio-x e um fluido conhecido por dessemelhança para “filmar” o movimento de sangue nas suas artérias. Essas imagens mostram a exata localização do estreitamento no vaso sanguíneo.

Este exame é realizado numa dependência de cateterismo vascular ou “ dependência de cateterismo”.


Tomografia computadorizada (TC): Usa máquinas de raio-x especializadas para fazer imagens detalhadas das artérias e perceber bloqueios.

FONTE: https://www.r7.com

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